A Minha Carreira

Eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida, António Gedeão

Archive for the month “Junho, 2016”

Só em 2012 e 2013 o número de desempregados em sentido lato aumentou 315.000 pessoas

ine400

Segundo dados do INE (preços constantes), entre 2010 e 2013 e prolongando os efeitos da crise económica de 2008/9, o consumo privado caiu 10%. Com ele, o investimento caiu 33%. Contando com a queda nos gastos públicos de 8,8%, a queda da procura interna nesses 4 anos foi de 14,3%. Mas talvez mais significativo é que essa queda correspondeu – e digo correspondeu porque é um caso típico de “espiral recessiva” que o professor Avelino de Jesus sempre recusou existir – dizia eu, correspondeu a uma queda de mais de 370 mil postos de trabalho oficiais, que se somaram a uma queda de 170 mil em 2008/9. E isto dando de “barato” os empregos preenchidos por “desempregados ocupados”. Recorde-se que só em 2012 e 2013, o número de desempregados em sentido lato aumentou 315 mil pessoas.

In “Mudar a realidade para manter a opinião

Até 2025, prevê-se a criação de 111.000 empregos nas profissões STEM em Portugal

nmtnpNomeadamente o emprego em profissões relacionadas com a formação em ciências, tecnologias, engenharias e matemática (STEM) revelam perspetivas de crescimento muito significativas. Em Portugal, espera-se que cresçam cerca de 32%, enquanto para o conjunto da economia o crescimento previsto para o emprego é de apenas 2,2%. São estimadas 111.000 oportunidades de emprego nestas profissões até 2025, 34,5% destas na industria.

Estudo Prospetivo “Novos Mercados de Trabalho e Novas Profissões”, Consórcio Maior Empregabilidade

Criado grupo de trabalho para elaborar o Plano Nacional de Combate à Precariedade

reuniao_bloco_ps_0 (1)Representante do Governo: Miguel Cabrita, secretário de Estado do Emprego

Representantes do PS: Tiago Barbosa Ribeiro, deputado, e Rui Riso, deputado

Representantes do Bloco: José Soeiro, deputado, e Tiago Gillot, dirigente dos Precários Inflexíveis – Associação de Combate à Precariedade.

Especialista convidado pelo Governo: Guilherme Dray, professor universitário

Especialista convidado pelo Bloco: Jorge Leite, professor universitário

In “Governo e Bloco lançam grupos de trabalho

Serviços financeiros, turismo e construção automóvel são os sectores onde o BREXIT provocará mais desemprego

brexit“Those which are likely to be most affected by Britain leaving the EU would be in the service sectors that trade with the EU and sectors that benefit from the free movement of labour,” says Angus Armstrong, director of macroeconomics at the National Institute of Economic and Social Research (NIESR).

So this would include: financial services, tourism, construction and the automotive industry – which could lead to a loss of 950,000 jobs, according to an analysis by accountancy firm PwC for the CBI.

In “Work after Brexit: the biggest winners and losers for UK jobs

Desde 2013, há redução da taxa de desemprego em Portugal sem que haja criação de emprego

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) utiliza regularmente os contratos emprego-inserção para a realização das suas atividades

ceicei+Com efeito, de acordo com as informações prestadas pela própria ACT, em julho último estavam ali “ativos quarenta e cinco projetos individuais no âmbito da Medida Contrato Emprego Inserção, contratualizados com o Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P (IEFP), que envolvem o mesmo número de desempregados”. Estes projetos foram contratualizados para 14 dos (32) serviços desconcentrados previstos na orgânica da ACT, maioritariamente na área de apoio administrativo, mas também nas de arquivo, apoio à produção e de registo de dados. E nessa data, “encontra[vam-se] em fase pré-contratual mais dois projetos individuais (…) também para serem executados em serviços desconcentrados da ACT”.

Dos aspetos de regime que enunciei resulta caracterizada a relação emergente dos contratos emprego-inserção e emprego-inserção + não como uma relação de trabalho, mas de segurança social.

De facto, estes contratos, expressão da política ativa de emprego, titulam não actividades laborais, mas actividades que satisfazem necessidades sociais ou coletivas temporárias, com prioridade nos domínios do apoio social e do património natural, cultural e urbanístico.

In “Medidas Contrato Emprego-Inserção e Contrato Emprego-Inserção+”, Provedor Justiça, Novembro 2014

Os empreendedores de palco estão mais interessados com o entretenimento do que com os resultados

empreendedorismo palcoPalestras bonitas, termos em inglês, pessoal super engajado e microfones do tipo Madonna, muito Power-Point e nenhum negócio real para mostrar…

O empreendedor de palco torna aquele grupo a sua empresa. Aquele coletivo passa a ser o seu curral e a sua clientela. O seu mercado é a esperança e o seu produto é a sua habilidade de, a cada novo vacilo, insistir que a força de vontade e aquele sentimentalismo barato serão a resposta para você.

Por não possuir, na maioria das vezes, experiências com o mundo real, esse tipo de cara se agrupará com muitos outros para que seus produtos se tornem complementares. Eis que surgem os grupos de relacionamento, ou também chamados de powerminds. É um lugar onde pessoas com negócios reais vão tomar lições com sujeitos que nunca abriram um CNPJ…

In “Por que a indústria do empreendedorismo de palco irá destruir você?

Os planos de carreira que serviram para os nossos pais não servem para nós

100anosThe first responsibility is of course ours as individuals. We have to make choices about what we each do and how we structure our life. No matter how old you are you need to start doing things differently and adapting to a longer life. Ultimately it is your responsibility to plan your life for the long run.

One pressing challenge will be financing a longer life. If we live for longer we need to invest more in our financial assets to support a longer life. However a longer life is not just about getting the finances right but also about making sure you invest in your health, your families and friends and your own productive abilities. A longer life will lead us to reassess how we balance these financial and non- financial forces over our lives.

The difficulty we have is that because everything needs to change we can’t rely on the role models of the past. The career paths and life decisions that worked for our parents won’t work for us. You will need to make different choices than your parents and your children will make different decisions to you.

In “The 100-Year Life – Living and Working in an Age of Longevity”, publicado em Junho 2016

Conferência “A Economia da Partilha”

O primeiro passo para resolver um problema é não fugir dele

Post Navigation