A Minha Carreira

Eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida, António Gedeão

António Saraiva, Presidente da CIP, defende “Portugal precário”

freelancerA questão da precariedade em Portugal foi levantada esta segunda-feira, depois de o presidente da CIP, António Saraiva, ter admitido numa entrevista ao “Diário Económico” a existência de demasiado trabalho precário nas empresas em Portugal. “Mas mais vale ter trabalho precário do que desemprego”, respondeu na entrevista. “Numa situação como aquela em que está a economia, prefiro ter um contrato a termo, com regras e respeito pelo ser humano, do que ter mais um desempregado.”
Desde o primeiro trimestre de 2012, os precários e os desempregados representam mais de 50% da força laboral em Portugal. “Desde então tem estado sempre acima dos 50%, chegando até aos 55% da população ativa no primeiro trimestre de 2013.”
Renato Carmo lembra que para os empregadores, sobretudo nos casos em que não têm interesse em fazer uma contratação estável, existe uma outra perspetiva. “A precariedade beneficia-os”, considera, lembrando que em causa também está um efeito de compressão salarial que essa atitude tem. E conclui: “A precariedade está a tornar-se sistémica e afeta o funcionamento da sociedade.”
In ““Mais vale ter trabalho precário do que desemprego”? Retrato do Portugal precário

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