A Minha Carreira

Eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida, António Gedeão

Archive for the month “Outubro, 2015”

A Geração Sanduíche cuida dos pais quando ainda cuida dos filhos

geracao sanduicheA situação é cada vez mais frequente: casais que tratam dos pais e que ainda cuidam dos filhos. Às vezes, até dos netos.
São cada vez mais os adultos que vivem encaixados entre os filhos que ainda não são autónomos e os pais que começam a deixar de o ser. A Geração Sanduíche, assim denominada, está espremida entre duas faixas etárias completamente afastadas e tem de se adaptar a um ritmo galopante para conseguir suportar todo o agregado familiar.
Nasceram nas décadas de 50 e de 60, no período de transição entre o fim da Segunda Grande Guerra Mundial e o início das revoluções comportamentais. E amadureceram enquanto o país acordava para a democracia. Hoje, com um intervalo de idades que vai dos 50 aos 65 anos, a Geração Sanduíche cuida dos pais – que são hoje os pensionistas a quem foi cortado o orçamento – e dos filhos que entretanto tiveram – que enfrentam empregos precários ou o desemprego. A Geração Sanduíche cuida dos velhos e cuida dos novos, apertada entre adolescentes, desempregados, e idosos fisicamente dependentes.
In “Geração Sanduíche. Cuidar dos pais quando ainda se toma conta dos filhos

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UE adopta as orientações para as políticas de emprego dos Estados Membros em 2015

ue28Orientação 5: Dinamizar a procura de mão-de-obra

Orientação 6: Reforçar a oferta de mão-de-obra, as aptidões e as competências

Orientação 7: Melhorar o funcionamento dos mercados de trabalho

Orientação 8: Fomentar a inclusão social, combater a pobreza e promover a igualdade de oportunidades

In “Decisão (UE) 2015/1848 do Conselho

Em Portugal há quase 830 mil trabalhadores com vínculo precário

trabalho direitosOs contratos a prazo atingiram um total de 699 mil trabalhadores este verão, avança o Diário de Notícias, relembrando que desde que a troika chegou a Portugal não existia um número tão elevado de contratos desse tipo. A estes contratos a prazo podem ainda acrescentar-se os 128 mil trabalhadores com contratos de prestações de serviços (recibos verdes). No total são quase 830 mil pessoas a trabalhar com um vínculo precário, sendo que o aumento das relações contratuais provocou também uma quebra no número de trabalhadores a integrar os quadros.

In “Há em Portugal 699 mil pessoas com contratos a prazo

Em 2014 o número de trabalhadores não declarados aumentou 34%

recibos verdesOs falsos recibos verdes aumentaram 200% em 2014, indica um relatório da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) que aponta igualmente para um crescimento de 34% do número de trabalhadores não declarados.

A ACT justifica o aumento das situações de trabalho não declarado, bem como dos falsos estágios remunerados, falsa prestação de serviços ou falsas situações de voluntariado, com “a situação de crise”, salientando que estes fenómenos diminuem as receitas do Estado e representam “um grave fator de concorrência desleal para as empresas que cumprem as suas obrigações”.

Do total de 2.596 trabalhadores não declarados (34% acima de 2013), 43% viram a sua situações regularizada, enquanto no que diz respeito aos 1.510 falsos prestadores de serviços (200% mais do que em 2013) 34% foram regularizados.

In “Falsos recibos verdes aumentam 200% em 2014

Portugal exporta centenas de médicos depois de investir 12 anos na sua formação

ordem médicos“Neste momento, já estamos a formar médicos acima das necessidades do país e o que é preciso é ter a capacidade de os fixar em Portugal. Os médicos estão a emigrar às centenas por ano e se não fizermos o que for necessário para os fixar, é uma grande perda, tanto em termos de investimento como de conhecimento científico. Estamos a exportar cérebros”, disse.

José Manuel Silva salientou que o país “investiu na formação de técnicos altamente diferenciados, que demoram 12 anos a formar-se e que depois continuam a subir no seu conhecimento científico e experiência”, os quais estão a sair, sobretudo para países europeus, pela dificuldade de os fixar, em particular no Sistema Nacional de Saúde.

In “Bastonário diz que falta de investimento na Saúde leva médicos a emigrarem às centenas

Os profissionais do futuro devem ter autoconfiança e capacidade de se relacionar com os outros

randstad

In “Em Portugal já se avalia o QX

Pro.Move apoia a reinserção no mercado de trabalho de desempregados com baixas qualificações

promove

Aceder “Ciclo Pro.Move

As organizações não têm ideias. Somente as pessoas têm.

O que importa é a coesão social da equipa, não as grandes estrelas.

O paradoxo do trabalho é que muitas pessoas odeiam os seus empregos, mas sentem-se pior não trabalhando

factory manMost people want to work, and are miserable when they cannot. The ills of unemployment go well beyond the loss of income; people who lose their job are more likely to suffer from mental and physical ailments. “There is a loss of status, a general malaise and demoralization, which appears somatically or psychologically or both,” says Ralph Catalano, a public-health professor at UC Berkeley. Research has shown that it is harder to recover from a long bout of joblessness than from losing a loved one or suffering a life-altering injury. The very things that help many people recover from other emotional traumas—a routine, an absorbing distraction, a daily purpose—are not readily available to the unemployed.

In “A World Without Work

59% dos jovens dos 18 aos 35 anos, de 27 estados membros da UE, não receberam nenhuma remuneração nos estágios que fizeram

estagios freeWhat is even more worrying for young workers is that this job experience is often pro bono: a 2013 EU report found that 59% of 18- to 35-year-olds across 27 EU member states hadn’t received any financial compensation for their most recent internship.

The US has also seen a rise in unpaid internships over the past decade, according to Ross Perlin, author of Intern Nation. He estimates up to half of these are unpaid, though unlike in Europe many are part of university curricula or organised summer programmes for those still in the midst of their studies.

“Record rates of youth unemployment have been directly correlated with the rise of unpaid internships, which replace jobs and drive inequality,” Perlin said in an email. “Not only does the practice allow companies to get graduates’ skills on the cheap, it gives those who can afford to work for free an unfair advantage over their less well-off peers.”

In “Meet the new forever interns

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